Na decência do não dizer, fiz minha essência. Para que ninguém me acessasse. Neguei. Pedidos, sentimentos, os outros.
Na ausência de sentidos completos, busquei somente a mim. Gostei do que encontrei, quis proteger. Ninguém entrava mais. Neguei pessoas, pedidos, sentimentos... cresci demais. Dentro dessa minha alegoria, transbordei.
Abri um pouco a janela, escorri. Gostei. Abri as portas, sai pelos poros, boca, dedos. Foi assim que comecei a dizer que sim, talvez fosse bom doer.
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